Filipe Cunha é um maestro português, reconhecido internacionalmente, cujo trabalho é maioritariamente desenvolvido na Europa, América e Ásia em estreita colaboração com Orquestras, instituições de ensino e projetos educativos. É maestro titular da Orquestra Filarmónica de Braga desde 2014. 

Já trabalhou com inúmeras Orquestras Sinfónicas, Orquestras Clássicas, Orquestras de Camera, Orquestras de Sopros e outros ensembles, em diversos contextos artísticos e culturais.

Em 2026 celebra 15 de carreira como Diretor Musical, um período marcado por um crescente desenvolvimento artístico e inúmeras colaborações internacionais.

O seu trabalho é profundamente reconhecido no mundo artístico e tem ganho maior destaque a nível internacional com convites para dirigir orquestras, júri de concursos de direção e masterclasses, vindos de fora. Este ano está marcado por uma intensa agenda internacional, com concertos em: Cuba, Brasil, Venezuela, Itália, Uzbequistão, Polónia, Espanha e Açores.

Currículo
Residente em Braga, concluiu o curso Superior de Direção na Academia Europeia de Direção e especializou-se em Direção de Orquestra Clássica com o maestro francês Jean-Sébastien Béreu.

Já dirigiu inúmeras Orquestras, Bandas de Música e outros agrupamentos em Portugal e no estrangeiro e é convidado frequentemente dirigir fora do país e para outros projetos internacionais como júri de concursos, masterclasses, entre outros.

Atualmente é maestro de: Orquestra Filarmónica de Braga (OFB), cargo que ocupa desde 2014.

Em 2020 esteve na final do Concurso Mundial “World Music Competition” (Vienna) na categoria de Direção de Orquestra. Ainda em 2020 foi convidado para Maestro Honorário da Korean Orchestra (K-Classics project) integrando assim o grupo de 16 maestros escolhidos para este projeto a nível mundial para trabalhar em várias orquestras da Coreia do Sul. Em 2021 foi convidado e integra a Sociedade Musical Giuseppe Verdi (México) como maestro internacional. Colabora ainda com a Samnium University of Music (Itália) como maestro internacional.

Além dos concertos com a OFB, tem dirigido muitas outras orquestras, nacionais e estrangeiras. Destaque para: a Orquestra Filarmonia Ibérica (Barcelona), a Orquestra Sinfonietta de Ponta Delgada (Açores), a Orquestra do Alto Minho (Viana do Castelo), a “Italian Opera Florence Orchestra” (Florença) Málaga Camerata Orquesta (Espanha), a Orquesta Sinfónica del Estado de Puebla (Mexico), a “Lutoslawski Chamber Orchestra” (Polónia), a Banda Sinfónica Municipal de Sevilha (Espanha), a Orquestra Sinfónica Nacional de Cuba, a Orquestra Sinfónica del Lyceu Mozarteum (Havana - Cuba), a “Salou Internacional Music Festival Orchestra” (Barcelona), a Orquestra de Nápoles - San Giovanni (Itália), a Orquestra Sinfónica de Sanremo (Itália), a Lutoslawski Philharmonic Orchestra (Polónia), a “Pazardzhik Symphonic Orchestra” (Bulgária), a “Orquesta Harmonie Ensemble” (Valencia).

Em 2023 deu masterclasse de direção de Orquestra no Instituto Superior de Artes de Cuba (ISA) em Havana e foi júri do II Concurso Internacional de direção de Orquestra “Lliria city of Music” em Valencia (Espanha).

Em 2024 dirigiu a Banda Municipal de A Estrada (Espanha), a Orquestra Sinfonietta de Ponta Delgada (Açores), a Banda Sinfónica Municipal de Badajoz (Espanha) e a Orchestra Sinfonica Cittá di Grossetto (Itália), a Orchestra Sinfonica di Cosenza (Itália), a Orquestra Sinfónica de Matanzas e a Orquestra Sinfónica Nacional de Cuba.

Em 2025 dirigiu a Orchestra da Camera di Messina (Itália), a Banda Municipal de A Estrada (Espanha), a Orchestra Sinfónica Siciliana (Catânia - Itália), a Orchestra Metropolitana di Bari (Itália) a Orchestra Sinfónica della Basicicata (Itália) a Orchestra di Matera (Itália).

Foi júri do I Concurso Internacional de Direção da Orquestra da “Capital Symphony Orchestra em Moscovo.

Em 2026 celebra 15 anos de atividade e vai dirigir Orquestras em: Cuba, Brasil, Espanha, Uzbequistão, Venezuela, Itália, Polónia e Açores.

Foi convidado para júri do II Concurso Internacional de Direção da Orquestra da “Capital Symphony Orchestra” em Moscovo.

Filipe Cunha é licenciado em Relações Internacionais pela Universidade do Minho.